Atenção..

Prezado visitante.

O mundo contemporâneo assiste a uma explosão de seitas e doutrinas; gurus aparecem por toda parte oferecendo algo novo, que na maioria das vezes não é mais que uma mistura de fragmentos de doutrinas reunidos em visões pessoais, nas quais os aspectos práticos do misticismo (exercícios, meditações etc,) são afastados de seu contexto de origem, criando assim, graves perigos para quem os pratica e dos quais, portanto, esses mesmos gurus não se fazem responsáveis pelos males causados.

domingo, 25 de dezembro de 2011

A Cabaláh da Mística Oração Ana Bekoach

 
La Oração Ana Bechôach é o produto do fermento místico que se remonta provavelmente a Rabí Nechunya ben Hakaná, e reproduzem as primeiras letras de seus quarenta e dois palavras o Nome “reservado” de D’us. O autor sugere que os erros da sociedade se conjugam e amontoam, convertendo-se em um obstáculo que não permite que as orações ascendam ao Céu. Por tanto, devemos tomar  consciência dos efeitos sociais de cada uma de nossas ações porque repercutem e tem eco nas esferas celestiais.

Esta Mística Oração consiste em sete linhas ou sete sentenças de seis palavras cada uma, o que da um total de quarenta e duas palavras, número igual a das letras  do “secreto” Nome do Criador. Já mencionamos ao autor: Rabí Nechunya ben Hakaná, e os Cabalistas atribuem poderes especiais a esta oração, sugerindo que cada par de palavras  constitui uma mensagem esotérica.


A Cabaláh do crecimiento espiritual

 

Espirtualidade

Arco iris

Muitas vezes me perguntam quais são os nivesis de espiritualidade, e isto se pode compreender por médio da explicação de quatro conceitos:

1. Tsadik – צדיק (Pessoa Justa)

2. Iashar – ישר (Pessoa Correta)

3. Tamim – תמים (Pessoa Integra)

4. Chassid – חסיד (Pessoa Piedosa)

O Tsadik recebe esta denominação em virtude de cumprir os preceitos positivos, atraindo, assim, revelações inerentes à ordem da Criação (Seder Hahishtalshelut, literalmente “Ordem de Progressão Descendente”).

O Iashar recebe esta denominação em virtude de cumprir os preceitos negativos, com os quais atrai revelações que estão além da ordem da Criação.

O Tamim, também conhecida como um homem sincero, atrai revelações (de um nível de Divindade no qual) o “sabor da arvore e de seu fruto são idênticas”, a comunhão de ambas as formas de influencia Divina, a luz envolvente (Sovev: Uma das expressões da força criativa de D’us, que transcende a ordem criativa) e a luz penetrante (Memalé: Divindade Imanente, que se investe dentro da ordem criativa).

E finalmente, acima de todos esta o Chassid, e nele há três níveis:

a. Os assuntos mundanos não o perturbam nem o distraem. Todos podem e devem alcançar este nível.

b. Todos os seus assuntos “são Divindade”. Se bem que este nível “não esta longe de ti....”, no entanto não é pertinente a todos.

c. O nível descrito no “Tikunê Zohar”: “Quem é Chassid? Aquele que tem uma conduta piedosa com seu Criador” – ou seja, que procura unir o Santo (D’us), Bendito Seja, e Sua Shechina (Presença Divina) junto daqueles que moram nos mundos inferiores – não somente para saciar a sede de sua própria alma, como é explicado no Sêfer Shel Beinonim (Livro dos intermediários uma das partes do Livro Tanya, existe em Português).

domingo, 18 de dezembro de 2011

A Cabaláh da Meditação

 

Observando a figura seguinte durante 5 a 7 minutos de forma concentrada e conseguindo que isto ingresse em sua mente, pouco a pouco apareceram pequenas mudanças que permitiram florescer.

 

Cabala

A Cabalá de Amar

Estoy dormido, más mi corazón está despierto,la voz de mi amado llama [a la puerta]: ábreme, hermana mía, compañera mía, paloma mía, perfecta mía, porque mi cabeza está cubierta de rocío, y las puntas de mis cabellos de gotitas del anochecer” Conclusión: “mi perfecta” (El Cantar de los Cantares 5:2)

“Yo Estoy Dormido”

El exilio del alma judía, la aparente pérdida de nuestra identidad, está comparado a un estado de sueño. Cuando se duerme los ojos están cerrados a la realidad exterior; la vista, junto con los otros poderes concientes de la mente y el corazón, desaparecen dentro de su origen inconciente. Aunque este origen se puede reflejar en los sueños y otros fenómenos involuntarios del dormir, de todas maneras ocurre en los niveles más externos del alma, y al no estar basados en la visión objetiva son irreales, como lo indica su falta de orden intrínseco y consistencia.

De la misma manera, cuando el alma duerme en el exilio espiritual, los ojos interiores están cerrados a la realidad, como lo describe el salmista: “Ya no vemos nuestras señales” (Salmos 74:9). En hebreo, la palabra otot, “señales” tiene dos significados:

1. Maravillas sobrenaturales de la Providencia Divina que durante el exilio están ocultas bajo una apariencia natural, o

2. Las letras del alefbet.

El significado de este versículo, de acuerdo con esta interpretación, es que como nuestros ojos están cerrados al dormir, nuestras “letras” desaparecen a la vista.

Las “letras” de un judío son las de la Torá y la tefilá (plegaria). Las letras de la Torá son los ladrillos del universo, cada una de las veintidós letras hebreas son un canal que conecta el Infinito con lo finito, un estado particular de contracción de la luz espiritual y la fuerza de vida. La forma de cada letra representa su manera particular de transformar la energía en materia.

Esto se puede entender mejor si lo comparamos con los fenómenos del pensamiento y el habla en tanto vestimentas del alma. Cada letra que surge de ellos proviene de la esencia interior de la inteligencia y las emociones del alma.

Antes de que las letras de la creación de Hashem se combinen en palabras son incapaces de dar vida a criaturas individuales. En este estado son llamadas “piedras”. Cuando son combinadas en palabras construyen “casas” y así adquieren el poder para dar vida incluso a criaturas físicas. Por eso, la fuerza interior de cada criatura es su nombre hebreo.

Las letras de la tefilá, por su parte, son canales que fluyen hacia lo alto, conectando el alma a Di-s. Son llamadas “ladrillos” (al contrario de las letras de la Torá o “piedras”, que son dadas por Di-s, las letras de la tefilá, como los ladrillos, son hechas por el hombre) que al unirse construyen “casas”. De esta manera, al pronunciar las letras de la Torá y la tefilá, el judío se vuelve socio de Di-s, uniéndose participando en el acto de la creación. Pero mientras estamos en el exilio, decimos las palabras sin poder comprender su poder creativo, del mismo modo que somos insensibles al acto continuo de la creación, el constante flujo de letras dentro de todos los seres. Es este, entonces, el significado profundo del pasaje: “Ya no vemos nuestras señales…”.

Los sueños son las visiones imaginarias del acto de creación que aparecen al alma en exilio. Representan ideales espirituales o materiales que son extraños e irreales, la búsqueda de identidad vacía de fundamento. El único basamento sobre el que el judío puede establecer su identidad es la Torá y las mitzvot. Internamente inconsistentes y desordenados, los sueños dejan a la vida del judío, exiliado espiritualmente, carente de sentido. El judío posee un innato y especial sentido de propósito o finalidad, por lo que una existencia sin un propósito sólo puede causarle frustración y desesperanza. El propósito fundamental del judío es inherente a la Torá y sólo a través de ella brilla la Infinita “Luz de Benevolencia” de Aquel que la entregó.

Espero suas perguntas: cursodecabalah@gmail.com  

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A Cabaláh do Homem

 

O misticismo judaico à “Cabaláh”

 

Quem de nós, que em algum momento de sua existência, não olhou para os céus e percebeu a vastidão do universo. Alguns compreenderam se estender uma outra dimensão para alem das galáxias mais distantes, uma ordem invisível contendo e governando nosso mundo. Em todas as gerações, uns poucos penetraram esse véu e observaram a criação em sua origem. Sua visão nos é transmitida pela cabala, para que nos como Jacob, possamos também olhar a grande escada entre a terra e o céu, com suas hostes de D’us que sobem e descem.

Seria impossível falar de cabala sem antes falar de dois personagens, extraordinários que criaram, e de certa forma divulgaram a cabala através de seus ensinamentos, o primeiro e Rabi Akiba e o segundo Rabi Shimon bar Yochai este ultimo criador do zohar que vem a ser a espinha dorsal do misticismo judaico.

O zohar também conhecido como o livro do esplendor vem a ser o livro mais completo sobre a cabala, apresenta os primórdios da mística judaica; esta intimamente ligada aos segredos da criação do universo. Este livro magnífico trata da vida espiritual, o pensamento sobre a alma, a vida, a fé, o amor do homem para com o divino, e para com ele mesmo, o sofrimento e a morte, o exílio e a redenção.

Da conexão oral pouco pode ser visto, porque a concessão do conhecimento depende do relacionamento sutil entre o mestre e o aluno. Da tradição escrita a muito para ser visto, pois todas as épocas produziram sua versão do ensinamento imutável.

Esses relatos feitos por cabalistas do passado, contudo, são freqüentemente difíceis de ler, não só porque falam de mundos fora da visão natural, mas também porque foram enunciados na linguagem especifica da escola e da época.

Uma coisa é certa o homem ocupa um “papel” principal neste mundo.

O lugar do homem e o mundo. Como imagem de D’us, o homem tem grande possibilidade de realizar a Imanência presente do universo. O mundo supre as condições para o trabalho do homem em direção à perfeição e, em retorno, o homem auxilia o mundo em direção a conclusão, reunindo o que estava separado. Nesse conhecimento mutuo, o imanente e o transcendente se encontram no lugar de D’us.

A ALMA HUMANA

Dos níveis mais baixos ate os mais altos, a alma humana é uma entidade única e singular, apesar de ter muitas facetas. Em seu ser mais profundo, a alma do homem e parte do divino, e a este respeito, e uma manifestação de D’us no mundo. Com certeza, o mundo como um todo pode ser visto como manifestação divina, mas o mundo permanece algo diferente de D’us, enquanto que a alma do homem, em suas profundezas pode ser considerara como uma parte de D’us. De fato, somente o homem, em virtude de sua alma divina, tem o potencial algo da capacidade real, de D’us em si mesmo. Este potencial se expressa como a capacidade de ir alem dos limites de uma existência dada, de deslocar-se livremente, e escolher outros caminhos, possibilitando ao homem atingir as maiores alturas ou cair no precipício mais profundo. Em outras palavras, e o poder de querer e de criar.

Portanto, do livre - arbítrio do homem deriva seu único potencial do fato que e uma parte da vontade divina, sem limites e sem restrição. O poder criativo do homem também e derivado do mesmo poder divino de criar coisas que nunca existiram antes, destruir coisas que já existem, e inventar novas formas. Neste sentido também o homem e feito à imagem de D’us.

E compreensível que o divino não apareça no homem em toda a infinitude do deu ser; e falamos somente de um aspecto de D’us, ou de uma faísca divina que constitui a essência da vida interior do ser humano. Por mais velada e mascarada que esteja em seu contexto mais amplo o ser humano também pode ser considerado como manifestação de D’us no mundo.

Quando contemplo teus céus, obras dos teus próprios dedos vejo a lua e as estrelas que criastes, e me pergunto: o que é o ser humano para que dele te lembres? E o filho do homem, para que o consideres? Entretanto, pouco menos que os anjos o fizeste de gloria e de esplendor o coroaste. Tu o puseste como soberano sobre as obras de tuas mãos; Tudo puseste a seus pés. (Salmo 8)

O HOMEM

Sem duvida que o ser humano evoluiu de uma maneira fantástica nos últimos dois séculos, e junto com ele surgiu à vontade de crescer espiritualmente, para tanto o homem tem se debruçado de maneira “cega” em busca de respostas para perguntas que assolam seu ser; prova disso tem sido encontradas nos meios de comunicação de massa jornais, revistas, e a internet tudo isso ajudou a “banalizar” a mística judaica de tal modo que hoje podemos encontrar em qualquer lugar farto material que fale do assunto. Por vezes as pessoas são induzidas a comprar esse material que por sua vez e escrito por pessoas que não dominam o assunto e desse modo passam a beber de uma fonte poluída de informação. Desse modo as informações ficam distorcidas com respeito à cabala já que trata de textos extremamente complexos e exigem uma dedicação total por parte da pessoa que se dispunha a estudá-los com seriedade e uma disciplina militar alem e claro de bom senso.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Miscelâneas

 

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A origem das Sefirot: Os Cabalistas utilizaram a Bíblia ou TaNaCh em hebraico como fonte e manancial para procurar e justificar sua metafísica. As três primeiras Sefirot: Chochmáh – Bináh e Daat, são retiradas do livro Êxodo, segundo livro da Toráh ou Pentateuco, primeira das três partes da Bíblia, as outras dois são Neviim (Profetas) e Ketuvim (Escritos):

“E o (Betsalel ou artesão) enchi com o espírito de D’us, com Sabedoria (Chochmáh), com Inteligência (Bináh) e com Conhecimento (Daat). Êxodo (Shemot) Capítulo 31, versículo 3.

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Árvore de Vida: Pois a Toráh, os cinco Livros de Moisés, ou os ensinamentos para A Vida, é chamada a Árvore da Vida. Assim como uma árvore é composta por ramos e folhas, casca, seiva e raízes, cada um destes componentes pode ser denominado a essência da árvore. Também descobrirá que a Toráh (os ensinamentos de Moisés), contem muitas coisas interiores e exteriores e que todas formam uma só fonte ou manancial de energia, assim como uma árvore, sem diferenças entre elas. As duas necessitam de água, as duas são fonte de vida.

Interior

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Ao encontro de

nosso interior

D’us disse a Abraham (Gênesis – Bereshit 12:1): “Vai-te..., Avançai.”

«D’us disse Abraham: “Avança, vai-te até teu ser, conhece teu ser, e realiza a teu ser.” » 

Zohar 1: 78A